Quando amava era diferente
Um jeito igual de ficar contente
De sorrir baixinho
E mesmo na ausência
Saber do seu carinho
Quando amava
Tudo era pão doce
E não se enjoava
Fosse porque fosse.
Quando amava
O tempo era colorido
E teu calor, o meu sentido
Quando amava
Não queria saber das sobras
Quando amava...
Escrito por Kleber Jean Matos Lopes às 08h38
[]
[envie esta mensagem]
|
A morte, a vida e o Severino
Gente, hoje cedinho, assustei-me ao escutar pelo rádio que Severino Cavalcante (PP) é o novo presidente da Câmara dos Deputados. Gelei mesmo. Aí foi acompanhar o desdobramento jornalístico para entender melhor o que factualmente possa ter ocorrido. Mil explicações e as mais diversas. Em comum a responsabilidade petista pelo ocorrido. Perderam o PT e o governo Lula.
Pode até ser, mas esses saíram derrotados por um motivo maior, penso: fazerem parte dessa terra brasilis. Perdeu o Brasil. Não sei se ganharia com qualquer outro candidato, mas com esse perdeu. A vida amarga, a possibilidade de morte se eleva e enfim o Severino é glorificado com a parte que lhe coube.
300 votos não é pouca coisa num fórum de 500. Principalmente quando há uma ausência de 10%. Severino é a melhor medida da maioria daqueles deputados. Resta saber o preço que o governo terá que pagar para governar na dita casa de leis. A fisiologia corre nas veias. Isso é um eufemismo ou um pleonasmo?
Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!" Eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto...
Escrito por Kleber Jean Matos Lopes às 12h27
[]
[envie esta mensagem]
|
E na eleição para a presidência da câmara, ganhou aquele que apresentou a melhor proposta financeira para o bolso dos deputados, Cavalcanti(PP).
VOTA BRASIL!!!
Escrito por Amanda Tote às 07h20
[]
[envie esta mensagem]
|

Candidatos gastam quase o teto das verbas de auxílio
LEILA SUWWAN DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Sob rubricas vagas como "combustível" ou "locomoção", os principais candidatos à presidência da Câmara utilizaram no ano passado suas respectivas verbas indenizatórias -reembolso de até R$ 12 mil mensais para despesas de deputados em seus escritórios políticos nos Estados- em sua quase totalidade. No apagar das luzes do ano passado, essa verba foi reajustada para R$ 15 mil pela Mesa da Câmara, sinalizando a primeira de uma série de benesses que os deputados devem se autoconceder neste ano. Está pronto para votação o aumento da verba para contratação de assessores de R$ 35 mil para R$ 45 mil. O aumento é tema central das campanhas na Casa. O candidato da bancada petista, Luiz Eduardo Greenhalgh (SP), chegou a gastar mais de R$ 9.000 com combustível somente em agosto. Num cálculo médio, isso representa cerca de 41 mil km no mês, o suficiente para um carro dar pouco mais de uma volta e meia no perímetro do Brasil. No total, Greenhalgh recebeu cerca de R$ 54 mil para combustível no ano. O deputado mantém dois carros cedidos ao escritório político. Porém, sua assessoria informou que a verba ressarce os gastos com combustível de sete carros particulares de assessores, que estariam usando seus veículos para atividades de trabalho. Os gastos do deputado Severino Cavalcanti (PP-PE) com combustível são muito próximos aos de Greenhalgh. Ele é um dos maiores defensores de aumentos de salário e de repasses. Sua assessoria afirmou que o valor dos reembolsos é um dado público e não deu esclarecimento sobre eles. O deputado Virgílio Guimarães (MG), candidato petista dissidente, foi mais modesto no gasto de combustível. Porém, deixa seus concorrentes na poeira no quesito "divulgação de atividade parlamentar": R$ 45,5 mil em 2004. Questionado sobre a finalidade dos gastos, Guimarães informou que não iria comentar o assunto. "Esse pedido é uma insolência. Eu não vou responder", afirmou. Ambos os petistas gastam porção substancial no aluguel de escritórios em suas bases. São aproximadamente R$ 60 mil por ano para cada um. No caso de Greenhalgh, são R$ 2.600 por mês com o escritório central e quase R$ 4.000 com outros quatro pontos "de apoio" descentralizados. O gabinete de Virgílio não deu explicação sobre despesas de aluguel que variaram de R$ 929 a R$ 7.715 por mês em 2004. O deputado Severino Cavalcanti teve gastos relativamente modestos com aluguel -R$ 900 mensais. Porém é o campeão nos gastos com "locomoção, hospedagem e alimentação": R$ 81.778. Tirando o direito que o deputado tem a quatro passagens mensais de Brasília à capital de seu Estado, também bancados pela Casa, essa verba de locomoção seria o suficiente para 40 viagens de ida-e-volta Brasília-Recife, a uma tarifa de R$ 2.000. Mais uma vez, a assessoria não forneceu detalhes. As notas fiscais precisam ser apresentadas para que o reembolso seja feito. Apesar da verba ser pública, a Câmara não dá acesso aos comprovantes fiscais e alega que os valores agrupados disponíveis na internet dão a transparência necessária.
Escrito por Amanda Tote às 10h01
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
 |
|



|
Meu perfil
BRASIL, Homem, Política, Cuspir conversa
|
|