Olha que massa; olha que pão ou seria um biscoito.

Artigo 16 - Aquele que durante uma sessão não disse uma pilhéria de espírito, pelo menos, fica obrigado a pagar no sábado café para todos os colegas. Quem disser uma pilhéria superiormente fina, pode ser dispensado da multa da semana seguinte.

Escrito por Zé às 11h59
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Mergulho

 

Olhasse de lado,

veria que um outro

já havia ido,

onde eu já supunha ter

estado.

Coisas que passam rápido.

Coisas que nem sei,

assim como uma necessidade.

Ainda se eu

olhasse de lado...

 

Zé , o outro

 

 Foto retirada de http://www.fotografia-na.net/details.php?image_id=5664



Escrito por Zé às 21h05
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conversa converse converso conversa converse converso conversa converse converso

Cuspindo e aprendendo a viver

 

O Foreigner, o Maikel e a Cleopata estiveram aqui ontem e cuspiram uma conversa das melhores que já vi por aqui. Assim convido a irem aos comentários do texto “ENTRE HERÓIS E COMPANHEIROS“. Acredito que precisamos muito falar sobre o que acontece no Brasil hoje. Em casa, na rua, na padaria, na escola, no trabalho, na igreja e também nesses meios alternativos, como um blog. Seria melhor ainda se você registrasse sua percepção disso que vivemos. A conversa que é fala e escuta, nos constitui. Há um amigo chamado Luis Antonio Baptista, que escreveu um texto no livro seu A cidade dos sábios, que nos desperta para esse cuidado com a vida. Vale conferir o Luis Antonio, como também os comentários do Foreigner, Maikel e Cleopata.

Abraços, Zé.

 

PS: Baptista,Luis Antonio. A escuta surda (in) A cidade dos sábios. São Paulo: Summus, 1999.

Escrito por Zé às 10h15
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Entre heróis e companheiros

 

Alguém me falou que o Lula num dos seus últimos discursos reclamou da falta de heróis no Brasil. Parece ter dito que faltam referências à juventude.  Por mais que suas intenções permaneçam as melhores, não posso deixar de lamentar por sua opinião. Herói é tudo que o Brasil não precisa e o Lula - sua história - é prova cabal disso. Heróis salvam o povo do padecimento e Lula já deve ter percebido a inviabilidade dessa missão. Então porque ainda fala em heróis? Talvez por não ter o que dizer.  Por que então não cala? Ah, mas o presidente tem que se pronunciar sempre e tal, diria alguém. Penso que não. Até porque regra presidencial no Brasil é algo para jamais se repetir. O que lamento é que naquilo que mais aparece, esse governo tem guardado semelhanças com o anterior. E aquilo que pouco aparece, a gente quase não fica sabendo. Deveria talvez o Lula dizer mais das suas dificuldades, suas limitações e nos chamar novamente de companheiros. Olhando o que temos sido, hoje eu ainda lhe responderia. E você?

Zé, o outro

PS: Ilustração retirada de O Globo, hoje.

 



Escrito por Zé às 13h11
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Mural fruti-ficando e indo...poetanto

ERVA DANINHA ---

Um poema impensado brota das entrelinhas

feito arroz entre os canais

feito a erva mais daninha.

Maikel (Psico) ou Psico (Maikel) | maikelsgri@click21.com.br | http://psicotopicos.blogspot.com | 

 

20/07/2004 13:22
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Escrito por Zé às 19h29
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Será que vale a pena?

Mein Kanpf era legal ,

tentei plantar e me dei mal,

mas nein foi tan mal assim,

eliminei umas pestes,

e o mundo ainda lembra de mim!

Adolf! | adolf@deutch.com |  20/07/2004 19:08

Responder este comentário

Escrito por Zé às 19h28
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Qualquer maneirar de poetar vale a pena!

Zé; Confesso que tentei pensar num poema.... Uma canção para Moema Ou para outro Zé; Mas, só sei pensar A teoria me invadiu e os sonhos ficaram para depois, Ou será agora o tempo de RECOMEÇAR???? Olha aí, Zé...né que deu certo... Tô gostando do seu blog. Sempre que der preço por aqui. Bjoca Cleo
Cleopata | cleoemarco@yahoo.com.br |  19/07/2004 21:33


Escrito por Zé às 08h53
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http://psicotopicos.blogspot.com/

Segunda-feira, Julho 19, 2004

(RE) VISÕES

As frases ditas já foram ditas, feitas e desfeitas noutros tempos. Já saíram de outras bocas, já compraram outras brigas. Se há jogo, aqui, é de linguagem. Crer em algo é apostar nesse algo - no amor, no desconhecido, no Outro. Se há um caminho a seguir, são os descaminhos da vida – para perder-se nela. Teorias estão aí para serem criadas, descobertas, destruídas, descamadas – não para serem seguidas. Lugar de coração é no peito, batendo e apanhando, pois é esse o ritmo do viver. O sonhador sabe pouco – quase nada – além de seus sonhos. Vez ou outra, sonha junto – mas sobre “sonho que se sonha junto”, Raul fala melhor. A mente rebuscada, mente. Vida não se copia, se vive – sempre buscando ser livre (embora nem sempre conseguindo). Fome, dor e gozo são para serem sentidos: a teoria não dá conta desses universos. A verdade é furta-cor, camaleônica: nos engana o tempo todo. Se encontrar a verdade é crime, crime maior é acreditar que a encontramos. A utopia não é um mal, pois impulsiona: o coração pulsa com ela. A morte acompanha o relógio: versões de nós mesmos morrem minuto após minuto. Mas algo sobrevive e “a vida segue com ou sem você”. A poesia fala de um outro que, embora faça parte de mim, não SOU eu, porque eu ESTOU. No terreno do humano, toda simplificação é precipitada. Mas a vida também acontece nas precipitações: aceitemo-las então. De resto, paz e amor para todos.

(Zé, se puder postar este texto no teu blogue. Ia colocar como comentário, mas ficou grande demais...)

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Escrito por Zé às 19h04
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Poema pra ninguém ler ( e se ler, não levar a sério )

Escolhas nos fazem

E nos fazendo, nos formam

Nos formando, informam

E informando desinformam

Nos enganam, envolvem

Nesses jogos da vida

E acreditamos seguir valentes, gritando apostas

Pra já, pra ontem, pra sempre

Aprendemos algumas frases feitas

Em algumas leituras

E só o que dizemos na verdade é NUNCA!

Palavra mais besta que nós mesmos

Mais tola que a maioria

Das teorias que seguimos

Guardando nossos corações no bolso

E acreditando que liberdade é utopia

Utopia é o homem

Que diz ser sonhador

E só o que sabe é um amontoado de idéias

Que copia de livros

Rebuscando a mente

E temendo copiar a própria vida

Da fome, da dor, do gozo

Da Liberdade

Culpa essa das nossas escolhas

De procurar uma verdade

E cometer o pior crime de achá-la

Quer saber o que é engraçado?

Além de dizer tantas bobagens

Num poema só.

É Ver o homem se dizer sonhador

E matar o sonho convidando a utopia

Morrendo assim de repente

Mas uma escolha me faz de supetão

E rindo dos meus pensamentos, pergunta

Como pode morrer alguém, que jamais viveu?

Brejeira



Escrito por Zé às 15h42
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MURAL DE POESIAS

 

A Padaria vive e isso é muito bom. Quando a assunto começou, a Brejeira e a Jacinta alimentaram-nos com muita informação sobre esse acontecimento, mas os comentários diminuíram. Não faço a menor idéia. Por sinal fazer idéia por aqui é de uma inutilidade quase absurda. O registro é que alguns assíduos haviam sumido e agora retornam. Branquelo, por exemplo. Mas gostaria de registrar também as passagens do HÁRPYJA e do Fábio. Ambos, conheço pela Net, mas ligados ao mundo das artes, padeiro vai, padeiro vem, agora estão também por aqui. Estou indicando os endereços deles na página de entrada, pois é tempo que se ganha os visitando, já que é tempo que se vive. Então isso tudo, esse pulso poético que tomou conta do Blog, tem também o Sou, acho que se relaciona à Padaria. Assim quis e quero fazer um mural poético e solicito de todos um poema, para publicar aqui. Uma nova campanha, um novo mutirão. E quem não for poeta, que comece a sê-lo. Afinal uma coisa puxa a outra!

 

Abraços, Zé o outro.



Escrito por Zé às 15h23
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